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Cidades inteligentes: importância de oferecer um espaço humanizado

Josi Birckheuer Richter

Publicado por: Josi Birckheuer Richter

11 dezembro, 2017

Diante do atual cenário mundial, não há dúvida de que os nossos recursos caminham para o esgotamento e que as grandes empresas precisam explorar um novo mercado. Sendo assim, a atenção e os investimentos agora estão voltados para as cidades.

A partir disso, surgiu a expressão “cidades inteligentes”, que já ganhou a consideração de profissionais e acadêmicos de diversas áreas. Nesse contexto, a união de alguns fatores dá forma ao conceito. Agora, os espaços urbanos começam a ter suas estruturas totalmente repaginadas e renovadas.

E o maior objetivo dessa transformação é humanizar os ambientes pela tecnologia. Mas o que tudo isso quer dizer e por que é tão importante? É o que vamos explicar no artigo de hoje.

O que são cidades inteligentes?

Para começar, as cidades inteligentes têm como foco oferecer para a sociedade mais qualidade para se viver. Aqui, as pessoas interagem em um cenário onde a energia, os materiais, os serviços e o financiamento são utilizados de forma sustentável e, como consequência, aumentam também o desenvolvimento econômico.

Esse conjunto de ações é visto como inteligente porque trabalha de maneira estratégica a infraestrutura, os serviços de tecnologia da informação e as ferramentas de comunicação em prol do planejamento e da gestão urbana. Com isso, a sociedade tem respostas mais efetivas a respeito de suas questões urbanas e relacionadas à economia.

As dimensões envolvidas para definir o nível de inteligência de uma cidade são: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, meio ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e economia. Entretanto, muito mais do que medir tais índices, é preciso considerar o que pode realmente ser mudado para tornar a cidade mais inteligente.

Um exemplo disso é o Rio de Janeiro, que aprimorou os seus sistemas de condução para receber a Copa do Mundo de Futebol, em 2014. Os resultados continuaram com efeito no transporte municipal mesmo após o término do evento e mostrou que uma cidade grande e antiga tem capacidade de se transformar pouco a pouco.

Qual é a importância desse tema para a sociedade?

As cidades inteligentes contam com a participação de toda a população para definir suas leis e projetos. Nelas, os líderes permitem que a sociedade acesse informações, dados e gastos governamentais, que buscam em conjunto a diminuição da desigualdade social.

Dessa maneira, os moradores passam a ter muito mais integração com o local em que vivem. Como a fragmentação das cidades e regiões enfraquece qualquer estratégia, o foco é sempre a união que transforma as pessoas em um conjunto orgânico.

Para que tudo isso fique interligado, a tecnologia entra em cena. É por meio dela que um bom planejamento poderá ser desenvolvido, considerando os recursos disponíveis e a realidade dos habitantes em questão.

A cidade de Songdo, na Coreia do Sul, é um modelo de cidade inteligente desenvolvida do zero e que serve para ilustrar esse ponto. As suas edificações são todas planejadas visando à eficiência energética, e têm o acesso totalmente informatizado. Até mesmo os sistemas de água e eletricidade são eletrônicos e permitem monitoramento e respostas imediatas às necessidades dos moradores.

Smart city Songdo, na Coreia do Sul

Sensores detectam condições de trânsito, reprogramam semáforos e ajudam a eliminar pouco a pouco a necessidade de coleta de lixo. Mas é preciso observar que o conceito de cidade inteligente muda bastante de acordo com cada parte do mundo — é importante se ater a condições favoráveis e prioridades de cada lugar.

Por que as empresas devem investir em cidades inteligentes?

As cidades inteligentes já movimentam bilhões de dólares por ano. Uma cidade mais conectada é também mais eficiente e, por isso, as empresas não podem perder tempo em investir para que isso aconteça. A maior parte da movimentação desse dinheiro vem da gestão de energia, mas as soluções para transporte e outras áreas começaram a ganhar notoriedade também.

Com o aumento da demanda por parte de setores públicos, a tendência é que mais empresas se envolvam no processo e gerem ainda mais receita para os municípios. Mas esses não são os únicos motivos para que essa aproximação aconteça. Existem outros fatores considerados como benefícios.

Mobilidade social

A definição de mobilidade social compreende a possibilidade de um indivíduo subir de escala social. Empresas que estabeleçam posicionamento dentro de cidades inteligentes estarão aptas a contribuir bastante para esse fator. Por meio delas, será possível fomentar a geração de empregos e, com o envolvimento da sociedade nos processos de evolução, muitos trabalhadores poderão migrar de posição e terem alterações positivas na renda.

Homem de terno, mobilidade social

Sustentabilidade

Um projeto japonês chamado Fujisawa SS, que envolve cerca de 18 empresas participantes, tem como objetivo diminuir 70% das emissões de carbono e 30% do consumo de água dentro de uma cidade inteligente. São ações como essa que respeitam o meio ambiente e conscientizam a respeito da preservação da natureza.

Ao ver os resultados de projetos como esse, a população passa a se envolver ainda mais com práticas sustentáveis, e todo um trabalho colaborativo começa a ser construído. Essa é outra intenção das cidades inteligentes: criar um ciclo de fluxo de atividades que contribua para a educação ambiental.

Bem-estar e qualidade de vida dos profissionais e dos que vivem perto da empresa

A qualidade de vida estará garantida para toda a população, mas quem está próximo da empresa terá a oportunidade de conviver com essa questão de maneira mais direcionada. Os profissionais e moradores vizinhos da organização poderão ver na prática todas as iniciativas e soluções propostas pela empresa, que também estarão disponíveis para serem monitoradas.

Essa visibilidade concede ainda mais proximidade com a população, uma vez que as cidades inteligentes prezam bastante o envolvimento de seus habitantes. É fundamental que os projetos envolvam muitas pessoas e que as opiniões gerais sejam pesadas.

Aqui, cabe mais uma vez reforçar a importância de um trabalho conjunto entre setores privados e públicos. Ambos devem caminhar juntos em suas determinações, para que haja equilíbrio constante.

As cidades inteligentes já deixaram de ser um sonho, e hoje atuam como uma necessidade fundamental de sobrevivência para o futuro. Inspire-se nas informações deste texto e comece a pensar em estratégias que contribuam para que isso aconteça.

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